Pesquisas internas dão nó na cabeça de lideranças micaelenses
Em São Miguel a leitura de pesquisas apontam realidades estranhas…cenários confusos que desafiariam até mesmo o mestre do marketing político, Gaudêncio Torquato.
Avaliando dados para consumo interno os líderes políticos da cidade serrana se deparam com uma realidade no mínimo instigante.
A potencial votação, em alguns casos, leva à um disparate inexplicável entre as votações de pré-candidatos majoritários e proporcionais…o voto não casa.
Em algumas comunidades, os eleitores reagem de forma a desafiarem a lógica. O que fazer para corrigir esta falha?
A solução mais lógica se volta para um natural arrocho nos interlocutores comunitários. Tem gente fazendo corpo mole… Se tem.
Realidade parecida foi acompanhada pela governadora Wilma de Faria nas eleições 2006. Wilma era bem avaliada em praticamente todos os municípios do Alto Oeste…
Mas quando a coisa partia para a conversão em votos… Xiiii… As avaliações despencavam.
O certo nisso tudo é que será preciso colocar os pingos nos ‘Is’ para evitar dores de cabeças futuras.
Do jeito que está… Tem gente beneficiado com apoio logístico gerando um resultado pífio. Muito BONITO.
Fonte: blog Giro pelo Estado
